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Açordas e Migas

Açorda de Peixe do Rio

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  • 1 cebola
  • 3 dentes de alho
  • ½ ramo de salsa
  • 1 molho de poejos (há quem prefira secos)
  • 1 molho de hortelã da ribeira
  • 1 folha de louro
  • 1 tomate
  • 8 colheres de sopa de azeite
  • 2 kg de barbos
  • 3 colheres de sopa de farinha
  • Sal q.b.
  • Vinagre q.b.
  • Pão duro (fatiado fino)
Para uma panela de barro (de preferência), verte-se o azeite, e deita-se a cebola picada, os alhos esmagados, a salsa picada, o tomate picado, os poejos, a hortelã da ribeira e a folha de louro. Em lume brando deixa-se refogar lentamente, mexendo sempre com uma colher de pau (artefacto actualmente proscrito por lei). Quando a cebola estiver lourinha, verte-se água que chegue para o caldo. Deixa-se levantar fervura e cozer um nadinha.
Numa tijela, adiciona-se água fria à farinha e faz-se uma papa, acrescentando-lhe umas colheres do caldo da cozedura. De seguida verte-se este preparado na panela, mexendo sempre para não engranitar, deixando-se cozer até engrossar.
Devido ao peixe ser de água doce, deve levar uns cortes no lombo, salgado-o com antecedência de molde a ganhar gosto. Introduz-se inteiro na panela, cozendo lentamente até ao ponto. Salga-se o cozinhado a gosto e tempera-se com um farrapinho de vinagre.
Quando pronto, verte-se o caldo por cima das sopas falquejadas que previamente se cortaram para uma terrina.

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